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| Se
a fêmea do boi Fosse boa Seria a vida? |

| O
que sou Não tem nome O que sou Eu não sei Sei Que sôo |
| Um
vento bateu de mau jeito Sujou um sujeito que passava Oculto na calçada À procura de um objeto Que lhe desse Algum complemento Ainda que indireto "Falta de educação!" Rosnou o camarada Mas o vento seguiu direto |
| Palmeiras Minha Terra tem No Nordeste Pelo menos E na Paissandu Onde moro Vi também No sítio Do Antônio Em Jacarepaguá Palmeiras E exílio Todo brasileiro conhece |
Ricardo
Alfaya é brasileiro, carioca, de 08.08.1953, formado em Direito
e Jornalismo. Desde 1980, publica poesia, conto, crônica, artigo
e ensaio. Com a esposa Amelinda Alves, faz também poesia visual.
Livro solo: "Através da Vidraça", João
Scortecci, São Paulo-SP, 1982, poesia. Integra inúmeras
antologias e prefaciou vários autores. Possui muitos textos em
verso e em prosa divulgados tanto em meio impresso, quanto na Internet.
Obteve em torno de vinte prêmios literários, ressaltando
a inclusão por Leila Míccolis no projeto "Brasil
500 Anos de Poesia". Após 1999, possui site pessoal em Blocos
Online, aparecendo ainda em vários outros. Desde 1995 edita,
com Amelinda Alves, o Nozarte que, a partir do 10° número,
circula também na Rede, com o nome de "Nozarte Informativo
Impresso e Eletrônico", em:
http://nozartecultural.blog.aol.com.br |