Genética: do grego genno γεννώ = fazer nascer

 

Aqui a questão não é simplesmente explicar. Muito além: fazer nascer, abrir um canal e tornar possível o exercício da liberdade para revelar o autor e sua obra. Dar voz a "algumas coisas" ocultas, sejam num poema, ficção, prosa, crônica, romance, ensaio, pintura, escultura, instalação, peça teatral, dança, filme, fotografia, música, etc. Da arte e texto mais simples ao mais sofisticado, com o comentário do seu criador, ampliar perspectivas e/ou dar pistas, confidenciar insights, para desvendar aquilo que parece indispensável até certo ponto. Principalmente, tratando-se de produções mais herméticas. Cada autor, com o seu ponto de vista, poderá iniciar a comunicação desejável com o leitor e estabelecer novas leituras, sentidos, significados e interpretações. A interlocução sempre foi necessária. Os e-mails dos responsáveis pela coluna estão à disposição dos interessados: josealoise@terra.com.br | seomario@centroin.com.br. Então, fique à vontade para enviar sua colaboração. [José Aloise Bahia & Rodrigo de Souza Leão]

    
  
 
José Aloise Bahia (Belo Horizonte/MG). Jornalista, pesquisador e escritor. Autor de Pavios curtos (poesia, anomelivros, 2004). Participa da antologia O achamento de Portugal (poesia, org. Wilmar Silva, anomelivros/Fundação Camões, 2005), que reuniu 40 poetas mineiros e portugueses. Autor de Em linha direta (dissertação no campo da comunicação social, no prelo, pela Quarto Setor Editorial).
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Rodrigo de Souza Leão (Rio de Janeiro, 1965), jornalista. É autor do livro de poemas Há flores na pele, e de Todos os cachorros são azuis (Rio de Janeiro: 7Letras, 2008) entre outros. Participou da antologia Na virada do século — poesia de invenção no Brasil (Landy, 2002). Co-editor da Zunái — Revista de Poesia & Debates. Edita o blogue Lowcura.

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